Governo do Rio Grande do Sul inaugura videomonitoramento em unidades da Fase/RS

As câmeras deverão ser instaladas em 13 unidades da Fundação por todo o estado pelo custo total de R$2,5 milhões

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Junho de 2017 Edição do Mês

Da Redação


 

O Governo do Estado do Rio Grande do Sul inaugurou o sistema de videomonitoramento da Fundação de Atendimento Socioeducativo do Rio Grande do Sul (Fase/RS). Ao todo, serão instaladas 828 câmeras em 13 das 23 unidades da Fase com um investimento total de R$ 2,5 milhões, em parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID).

As câmeras foram instalados pela DGT, empresa de tecnologia de segurança e comunicação, e realizam gravação em alta definição (HD), com proteção antivandalismo (IK10) e com capacidade de capturar imagens em ambientes de baixa luminosidade. O gerenciamento e as gravações capturada pelas câmeras será realizada através de gravadores de vídeo em rede (NVR), que permitem uma estrutura de armazenamento de até oito HDs de no mínimo quatro terabytes (TB), com 32 câmeras que possibilitam gravar por 30 dias sem sobrescrever os arquivos. O sistema conta com no breaks que permitem o funcionamento mesmo com queda de energia elétrica.

Em quatro locais, os equipamentos já estão funcionando em quatro locais. No Case POA 1, na Vila Cruzeiro, onde aconteceu a cerimônia desta tarde, 90 câmeras foram instaladas. As unidades Case POA 2, Uruguaiana e Passo Fundo também já estão com 76, 60 e 72 equipamentos, respectivamente. As cidades de Pelotas, Santo Ângelo, Caxias do Sul e Novo Hamburgo serão as próximas a receber os equipamentos. O sistema possibilitará o monitoramento das áreas de acesso, comuns e externas das unidades, dormitórios, salas, corredores, estacionamentos, pátios, entre outros

A secretária de Desenvolvimento Social, Trabalho, Justiça e Direitos Humanos, Maria Helena Sartori, disse que a grande preocupação é com o retorno deles à sociedade e que as câmeras vão ajudar a melhorar o atendimento. "Não queremos situações de violência nem condutas inapropriadas, mas, se elas acontecerem, teremos mais agilidade para intervir, mais facilidade para identificar os responsáveis e mais precisão para tomar as devidas providências", falou

A Fundação tem 1,3 mil adolescentes, sendo que 98% deles estudam em escolas que ficam dentro dos centros e cerca de 400 fazem algum curso de capacitação ou qualificação.

 

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